Referências Bibliográficas

Não tenho o costume de citar referências em cada texto, pois escrevo com base em reflexões momentâneas, que envolvem os diversos livros que li, cursos que participei, pessoas que conversei, lugares que visitei, filmes que assisti e uma gama de experiências que vivenciei. Acredito que um texto é o resultado de um conjunto de experiências de cada pessoa.

Se você quiser conhecer um pouco dos livros que li, que de certo modo influenciaram e embasaram meus escritos, segue uma lista com algumas referências bibliográficas que me recordo terem sido, de alguma maneira, importantes para meus estudos.

Há livros sobre temas diversos, entre eles: existencialismo, psicologia, filosofia, fenomenologia, antropologia, sociologia, pedagogia, história, comunicação e artes. Me interesso por diversos temas e penso que todos eles colaboram para a compreensão do ser humano em seus distintos modos de ser no mundo.

  • ABRÃO, Bernadette. História da Filosofia. São Paulo: Nova Cultural, 1999.
  • ALBET, Montserrat. A Música Contemporânea. Biblioteca Salvat, 1979.
  • ALVES, Rubem. Estórias de quem gosta de ensinar. Papirus, 2003.
  • ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. Planeta, 2008.
  • ANDERY, Maria Amélia et al. Para Compreender Ciência: uma perspectiva histórica. São Paulo: Educ, 2000.
  • ANGERAMI, Valdemar. Psicoterapia Existencial. São Paulo: Pioneira. 1993.
  • ARANHA, MARTINS, Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.
  • ARDUINI, Juvenal. Homem Libertação. Paulinas, 1975.
  • BAKEWELL, Sarah. No café existencialista: O retrato da época em que a filosofia, a sensualidade e a rebeldia andavam juntas. Objetiva, 2017.
  • BASBAUM, Leôncio. Alienação e Humanismo. Símbolo, 1977.
  • BEY, Hakim. TAZ - Zona Autônoma Temporária. Conrad, 2001.
  • BIAGGIO, A.M.B.  Psicologia do desenvolvimento.  Petrópolis: Vozes, 1975.
  • BOCK, Ana et al. Psicologias - Uma Introdução ao Estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2001.
  • BOCK, Ana M. Bahia, GONÇALVES, M. Graça M., FURTADO, Odair (orgs.). Psicologia Sócio-Histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. São Paulo: Cortez, 2001.
  • BORDENAVE, Juan E. Diaz. Além dos Meios e Mensagens: introdução à comunicação como processo, tecnologia, sistema e ciência. Petrópolis: Vozes, 4ed, 1987.
  • BOTELHO, José F. A Odisséia da Filosofia: uma breve história do pensamento ocidental. São Paulo: Abril, 2016.
  • BOUQUET, Carlos M. La Ruta de la Creación. Buenos Aires: Nobuko, 2006.
  • BRAGHIROLLI, Elaine Maria et. al. Psicologia Geral. Petrópolis: Vozes, 1995.
  • BRAIER, Eduardo Alberto. Psicoterapia breve de orientação psicanalítica. Martins Fontes, 1997.
  • BRANDÃO, Antônio Carlos. Movimentos Culturais da Juventude. Moderna, 1990.
  • BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação. São Paulo: Brasiliense, 1981.
  • CAGE, John. Silence: lectures and writings. Hanover: Wesleyan, 1973.
  • CAMPOS, Augusto; CAMPOS, Haroldo; PIGNATARI, Décio. Teoria da Poesia Concreta. Duas Cidades, 1975.
  • CARPIGIANI, Berenice. Psicologia: das raízes aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Pioneira, 2000.
  • CASTRO, Dagmar S. P. Corpo e Existência. Fenpec, 2003.
  • CASTRO, Dagmar S. P. Fenomenologia e Análise do Existir. São Bernardo do Campo: UMESP, 2000.
  • CERBONE, David R. Fenomenologia. Vozes, 2012.
  • CHALHUB, Samira. Funções da Linguagem. Ática, 2001.
  • CHALMERS, Alan F. O que é ciência afinal. São Paulo: Brasiliense, 1993.
  • CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
  • CHAUÍ, Marilena. Cultura e Democracia. Cortez, 1989.
  • CHAUÍ, Marilena. O que é Ideologia. São Paulo: Brasiliense, 2008.
  • CODO, Wanderley. O que é Alienação. São Paulo: Brasiliense, 1989.
  • COLETTE, Jacques. Existencialismo, Porto Alegre: L&PM, 2009.
  • COLI, Jorge. O que é Arte. São Paulo: Brasiliense, 1995.
  • CONDÉ, Mauro Lúcio. As teias da razão: Wittgenstein e a crise da racionalidade moderna. Argvmentvm, 2004.
  • CORTELLA, Mário Sergio. A Escola e o Conhecimento. Cortez, 2008.
  • COTRIM, G.; FERNANDES, M. Fundamentos da Filosofia. Saraiva: São Paulo, 2013.
  • CRITELLI, Dulce Mara. Analítica do Sentido: uma aproximação e interpretação do real de orientação fenomenológica. Brasiliense, 2006.
  • DARTIGUES, André. O que é Fenomenologia. Centauro, 2013.
  • DAMATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Vozes, 1991.
  • DAVIDOFF, Linda L. Introdução à Psicologia. Ed. Mc Graw Hill, 1983.
  • DEBORD, Guy. Situacionista - Teoria e Prática da Revolução. Conrad, 2001.
  • DE SOUSA, José Cavalcante. Os Pré-Socráticos. São Paulo: Ática, 1991.
  • DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia. Editora 34, 1995.
  • DO CARMO, Paulo Sérgio. Merleau-Ponty. São Paulo: Educ, 2002.
  • DOS SANTOS, José Luiz. O que é Cultura. São Paulo: Brasiliense, 1984.
  • DUSSEL, Enrique. Oito ensaios sobre cultura latino-americana e libertação. São Paulo: Paulinas, 1997.
  • ERTHAL, Tereza Cristina S. Terapia Vivencial: Uma abordagem existencial em psicoterapia. Petrópolis: Vozes, 1989.
  • ESTEVAM, Carlos. Freud: vida e obra. Paz e Terra, 1976.
  • FABRA, Maria L. A Nova Pedagogia. Salvat, 1979.
  • FEIJOO, Ana Maria. A escuta e a fala em psicoterapia - uma proposta fenomenológico-existencial. Vetor, 2000.
  • FERREIRA, May Guimarães. Psicologia Educacional e Análise Crítica. São Paulo: Cortez, 1986.
  • FIGUEIREDO, Luiz Cláudio; SANTI, Pedro Luiz. Psicologia: uma (nova) introdução. São Paulo: Educ, 2000.
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  • FONSECA, Afonso. História das Psicologias e Psicoterapias Fenomenológico Existenciais. Pedang: Maceió, 2006.
  • FORACCHI, Marialice M. & MARTINS, José S. Sociologia e Sociedade: leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro: LTC, 1977.
  • FORGHIERI, Yolanda Cintrão. Psicologia Fenomenológica: fundamentos, método e pesquisas. São Paulo: Pioneira, 2002.
  • FOUCAULT, Michel. A Ordem do Discurso. Loyola, 2006.
  • FOUCAULT, Michel. Doença Mental e Psicologia. Rio de Janeiro: Tempo Universitário, 2000.
  • FOUCAULT, Michel. História da Loucura na Idade Clássica. Gallimard, 1972.
  • FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Graal, 2003.
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  • FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. Paz e Terra, 2001.
  • FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Paz e Terra, 1996.
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Assim que possível incluirei também artigos nas referências.


Bruno Carrasco, psicoterapeuta existencial.
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